Escorpiana, 18 anos, Ceará. Embora todos os traumas que trago do passado, tudo valeu a pena. Tudo foi construtivo. Aprendi a desviar de armadilhas, e a me repor quando caia nas mesmas. Hoje eu percebo que nada foi em vão, e vejo que sou forte, pois, fosse correndo, vagando ou rastejando, jamais deixei de prosseguir; Jamais deixei de sonhar. E fui seguindo, levando, desviando dos medos e despistando o tal do amor.
(Prisioneiro da Morte)